Monte do Malhão

Onde a Natureza Encontra Sofisticação

Chegou ao seu destino

Descubra o Monte do Malhão: Uma Experiência de Fusão Ecológica e Revigorante

Explore o Monte do Malhão: um oásis em que Eco, Design, Spa e Algarve se entrelaçam. Oferecemos cinco tipologias de suítes, desde a elegante standard até às opções luxuosas com jacuzzi ou com cozinha equipada. Proporcionamos uma estadia eclética e luxuosa.

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Relaxe no nosso SPA, rejuvenesça na piscina aquecida com hidromassagem e desfrute de um pequeno-almoço com produtos locais. Este refúgio, alimentado por soluções renováveis, cultiva uma atmosfera de bem-estar, natureza e cultura. As exposições de artes plásticas e os eventos devolvem as boas relações sociais ao lugar.

Sinta a autenticidade de um Algarve preservado e viva experiências memoráveis. Entre uma ruralidade serena e as deslumbrantes praias, encontra harmonia e facilidade nos acessos.

Suites

O Toque Luxuoso da Natureza

Suítes Luxuosas: Desde o conforto da suíte Standard até ao luxo da suíte com Jacuzzi, passando por uma tipologia com cozinha equipada, a estadia no Monte do Malhão é, verdadeiramente, eclética  fundindo o conforto com a pura natureza.

comodidades

Comodidades que Elevam a Sua Experiência

Desfrute de comodidades de luxo, spa, suítes elegantes, experiências únicas e tranquilidade no Monte do Malhão.

Galeria

Momentos Únicos Captados

Cada foto conta uma história exclusiva, revelando a beleza escondida e os encantos deste lugar icónico. Explore a nossa galeria!

Promoções

Ofertas Exclusivas para Estadias Memoráveis

Desfrute das nossas promoções especiais. Reservar agora é começar desde já a planear a sua experiência única no Monte do Malhão.

Ruralizarte

O Centro de Artes

O Centro de Artes do Monte do Malhão nasceu em 2022 e tem o nome de «RuralizArte». É uma honra imensa podermos preencher a estadia dos nossos clientes com ainda mais expressão artística.

ana sousa

«O Vento Enfim Parou»

Ano 2022

Tinta plástica sobre parede

«Assumindo como mote um verso de uma canção de Sérgio Godinho, esta pintura mural site-specific, realizada no âmbito do projeto Monte do Malhão – Arte Rural, por Ana de Sousa (julho 2022), evoca a transição da agitação quotidiana, própria de quem vive na cidade, para a tranquilidade experimentada por todos aqueles que habitam este lugar de turismo rural, mesmo que seja apenas por uma noite. Situada à entrada do Monte do Malhão, esta obra de arte de rua dá as boas vindas a quem chega, com a promessa de que o vento que consigo traz se dissipe na horizontalidade da paisagem. No centro esquerdo da representação, ergue-se a sombra de uma frondosa e delicada amendoeira, tão caraterística em terras algarvias que deu origem à lenda das amendoeiras em flor, fenómeno que só ocorre na primavera. Um tempo ameno e amenizador, próximo da natureza e distante de todos os constrangimentos que nos levam para longe de nós, é precisamente a proposta deste projeto. A complementar a sombra da árvore, encontram-se representadas, à direita, as sombras de quatro figuras: um rapaz de boné a segurar uma vara, outros dois a tocar acordeão e uma menina com uma flor, de pé esguio e frágil, que lembra um cravo, símbolo da liberdade na cultura portuguesa. As sombras destes jovens seres, habitantes permanentes no Malhão remetem-nos para a infância/juventude, aliando à alegria que brota da liberdade (de brincar, tocar e ver), a ideia de sonho. O Monte do Malhão é isto mesmo: um lugar fruto do sonho que convida a parar e a sonhar, como se chegasse a primavera e os nossos sonhos abrissem em flor».

Sobre a Autora

Lisboa, 4 de fevereiro de 1980. Licenciada em Artes Plásticas – Pintura (2003), mestre (2007) e doutora (2016) em Educação Artística, pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, Ana Sousa é docente nesta instituição (desde 2009), artista e investigadora integrada no Centro de Investigação e Estudos em Belas-Artes, onde coordena o grupo de Educação Artística. Nos domínios da pintura e da fotografia, uma das suas últimas exposições intitula-se Na véspera de não partir nunca e teve lugar na Quinta da Cruz, em Viseu, de 21 de julho a 5 de setembro de 2017. Enquanto fiber artist, expõe regularmente desde 2002, contando com inúmeras exposições no Museu *da* Tapeçaria de Portalegre Guy Fino. Ainda a nível nacional, é de destacar a sua participação na exposição coletiva Palimpsesto, da curadoria de Maria Manuela Lopes e organização da associação Cultivamos Cultura, no Museu Municipal de Penafiel, de 17 de janeiro a 9 de fevereiro de 2020. A nível internacional, é de mencionar a sua participação na exposição coletiva Winter Exhibition da Verbeke Foundation, em Kemzeke, na Bélgica, de 15 de novembro de 2015 a 14 de março de 2016. Como docente e investigadora, leciona no Doutoramento em Educação Artística, no Mestrado em Educação Artística e no Mestrado em Ensino de Artes Visuais, na Universidade de Lisboa, desenvolvendo estudos, de natureza colaborativa e construtivista, nos domínios da formação de professores e da didática das artes visuais. É também investigadora colaboradora na Universidade de São Paulo e co-responsável pelo projeto ConfiArte: Oficinas Re-Criativas de Arte-Cidadania, patrocinado pela DGArtes.

PAULO DUARTE FILIPE

«Quo vadis, Rara avis»

Ano 2015

Instalações de cerâmica de Raku em ferro

Foi uma alegoria criativa que pretendeu dar especial enfoque à Natureza/Condição Humana e à desconstrução redutora do Ser.

Sobre o Autor

Poeta, artista multifacetado e realizador de cinema, reside em Londres, a partir de onde desenvolve a sua atividade artística. Premiado em diversas técnicas criativas, é o fundador do movimento de arte mundial denominado “Pandemic Art”, com sede no Reino Unido. Esta corrente artística dá enfoque a uma nova forma de criar e alerta para a necessidade da redefinição da arte, tendo em conta a chegada primeiro de uma pandemia e depois de uma guerra na Europa e os efeitos diretos e colaterais que provocou na sociedade em geral, e nos artistas em particular. Paulo foi também co-fundador e presidente da Peace and Art Society (PAS) onde co-organizou entre 2014 e 2016 o evento internacional «Minha Fukushima», que juntou cerca de 170 artistas de 110 países contra a energia nuclear.

Rui rosa

«Lisboa Gráfica»

Ano 2015

Desenho Gráfico

Nesta obra vimos representada símbolos típicos da cidade de Lisboa, tais como Amália Rodrigues, Fernando Pessoa, Sardinha assda no pão, vinho tinto, mosaico, entre outros que nos apelam a um bonito exercício de memória e a uma viagem pelas estórias da capital portuguesa.

Sobre o Autor

Licenciado em comunicação empresarial, nasceu em Lisboa em 1974, mas cedo veio para Vila Real de Santo António onde ainda reside. Desde criança mostrou grande paixão pelo desenho o que lhe fez prosseguir a carreira de designer gráfico.

vilma andré

«Cana e Luz»

Ano 2015

Instalação de iluminação em cana

Surge no desenrolar de várias experiências feitas juntamente com artesãos locais a partir de 2012, ano em que volto a viver em Castro Marim, após 9 anos a viver fora – Lisboa e Barcelona. De regresso à terra Natal, já com a experiência de trabalho no desenvolvimento de produtos com artesãos, adquirida em Barcelona onde colaborei no estúdio do designer Gerard Moliné, e com uma nova perspetiva sobre a minha cultura original, iniciei um conjunto de exercícios com vista à valorização dos recursos e técnicas locais que foram caindo em desuso e que permanecem ainda sob uma forte desvalorização por parte da comunidade local. Trabalho associado à pobreza e à dureza da lida do campo.
Estes exercícios tinham em vista o estudo do potencial de desenvolvimento de novos produtos contemporâneos e sustentáveis.As primeiras experiências com luz, resultam do reaproveitamento de material elétrico reunido em 2009/2010 – ano em que dei aulas de Educação Tecnológica e Área de Projeto na Escola Secundária Dona Luísa de Gusmão, em Lisboa – e onde me propus a desenvolver, com os alunos, a montagem de um circuito elétrico e a construção de um candeeiro com materiais reciclados.

Sobre a Autora

Castro Marim, 1985, licenciada em Design de Equipamento pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (2008), atualmente vivo e trabalho em Lisboa, onde sou responsável pelo showroom e projetos da marca espanhola de mobiliário Gandia Blasco. A constante curiosidade e gosto pela aprendizagem e experimentação, levou-me a um percurso bastante variado no design e nas artes plásticas. Paralelamente a várias formações, estágios e empregos nestas áreas, dentro e fora de Portugal, tenho vindo a desenvolver, desde cedo (2009), os meus projetos pessoais e trabalhos de freelancer que vão do design gráfico e design de mobiliário e interiores, ao desenho, ilustração, artes plásticas e gestão de projeto. Instagram: @vilma_andre

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